Mãe, esposa, amo esporte!

5 de julho de 2017


5 táticas para gostar de se exercitar







“Eu odeio academia”.
“Eu odeio correr”.
“Eu odeio musculação”.
“Eu odeio isso, eu odeio aquilo”.
Acho que isso e “eu não consigo emagrecer”
 devem ser as coisas que mais ouço ultimamente.


De tanto ouvir essas lamentações (e de
 respondê-las também), resolvi fazer esse 
post com as minhas dicas para que as 
pessoas possam aprender a gostar de fazer alguma atividade física (qualquer uma, porque o importante mesmo é se mexer!).
Vamos lá:

1. Se o “antes/durante” é um sacrifício, pense no “depois”



O momento entre levantar da cama ou do sofá e sair de casa pode ser um sacrifício pra muitas pessoas (eu também tenho dias assim, viu?). Mas depois que você faz seu treino e aquela sensação de missão cumprida e bem-estar tomam conta de você, é quando você vê que valeu a pena vencer a sua vontade de ficar em casa dormindo ou assistindo tv.

Por isso, se for ajudar, pense nessa sensação gostosa do “depois”:

Se você for treinar antes do trabalho, pense no quanto a atividade física vai ajudar a aumentar seu foco, sua concentração, sua capacidade de aguentar o stress do dia a dia, seu humor e até mesmo seu relacionamento com as pessoas (do trabalho, família, amigos etc).

Se você for treinar depois do trabalho e antes de dormir, pense no quanto o treino vai ajudar a liberar todo o stress de um dia de trabalho, a relaxar seu corpo e sua cabeça pra ter uma bela noite de sono e descanso, a controlar a ansiedade e a compulsão alimentar à noite em casa (um dos maiores desafios pra muita gente).

Outro detalhe importante: no “durante” não pense em como está sendo chato, cansativo ou que você nunca vai conseguir gostar de fazer aquilo. Mude a sintonia do seu pensamento. Pense justamente no depois, no quanto aquilo vai aproximar você dos seus objetivos e ajudar você a ter mais disposição e energia simplesmente para viver e fazer tudo aquilo que mais gosta no mundo. Funciona! E eu, Cibele, faço isso quando não estou nos meus melhores dias 😉

2. Se você se motiva em companhia, treine com pessoas legais


Tem gente que precisa estar em companhia de outras pessoas pra se motivar e não furar os treinos. É fato. E se você é assim, por que ir contra a sua natureza? Chame uma amiga, um amigo, namorado ou namorada, esposa ou marido, mãe, pai, filhos, colegas do trabalho… Enfim, qualquer pessoa cuja companhia seja legal e que mantenha você mais no pique dos treinos.

Busque pessoas com os horários e locais de treinos parecidos, e se conseguir alguém que goste da mesma atividade que você, melhor ainda!

Ainda que vocês não curtam a mesma atividade especificamente, mas só de ter alguém indo para o mesmo lugar (no caso, uma academia ou um parque), no mesmo horário e com os mesmos objetivos já ajuda, não é mesmo?

O fato de ter compromisso com outra pessoa pode ser uma motivação e tanto!

3. Se você não socializa nos treinos, seja sua própria companhia




E ao contrário do exemplo acima, tem gente que não curte esperar outras pessoas ou simplesmente aturar alguém tagarelando na orelha durante o treino. Se você é assim, não teime e vá em sua própria companhia fazer as suas coisas.


Afinal, aguentar alguém falando o tempo todo enquanto você quer se concentrar – ou simplesmente não quer conversar e quer ficar na sua – pode ser tão estressante quanto ficar parado por horas no trânsito de SP. E nessas horas, tudo o que a gente menos precisa é de stress. Do contrário, todo o esforço será em vão. E não é isso que a gente quer, né?




4. Se você não gosta de academia, saia dela




Simples, certo? Mais uma vez, por que insistir em algo que não é prazeroso? Isso só vai fazer com que você permaneça no ciclo de auto-sabotagem e ódio pela atividade física.


Se você não gosta de academias e se o ambiente não agrada, procure atividades que podem ser feitas ao ar livre (bike, corrida, caminhada, treinamento funcional, slack line, patins, skate, surf etc) ou em locais mais reservados (por exemplo, um studio de pilates ou de yoga, um studio de com atendimento individualizado e personalizado, etc).


5. Faça o que você gosta, e não o que “queima mais calorias”



Talvez essa seja a dica mais importante de todas, e por isso eu a deixei por último.

Um dia, uma amiga querida me falou que é motivada por resultados (e quem não é?). Então ela se baseia nos exercícios que “queimam mais calorias” e vai atrás, ou então inicia aqueles que deram mais resultados às suas amigas. Foi aí que ela ficou sabendo da corrida: que queima bastante gordura, que várias amigas tiveram excelentes resultados com o esporte. O resultado dela? Ela simplesmente ODIOU correr, mas continuava lutando contra isso simplesmente porque “emagrece mais e deu certo com fulana, que secou 10kg em 2 meses”. E isso gerava uma bola de neve de frustração, auto-sabotagem e auto-flagelo.

Daí você se pergunta: qual a real necessidade disso?
E eu te respondo: nenhuma!
Quando a gente faz o que a gente realmente gosta, principalmente quando estamos iniciando nessa vida de treinos e malhação, tudo se torna mais simples. A obrigação se torna prazer, desejo, diversão. E aos poucos você vai conseguindo olhar com mais carinho até mesmo pra outras atividades que antes considerava impraticáveis.
Não importa qual exercício queima mais caloria, e sim aquele que mais te dá prazer porque, assim, você irá se comprometer com ele e, aí sim, irá queimar as danadas das calorias. E quando você se encontra num esporte, tudo melhora: alimentação, saúde, relacionamentos, produtividade, humor, libido e muito mais.
Bom, essas são as minhas dicas, pessoal. Quem sabe essas pequenas mudanças de pensamento e de estratégias não mudem a sua relação de ódio para uma relação mais amigável com os exercícios físicos? Vale a pena tentar. 
Você tem alguma tática/truque mental pra espantar a preguiça e encarar os treinos? Quero saber

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Beijocas.